Quem diria no passado,
Ver milhões enlutados,
Um mundo assolado,
Por um vírus aloprado.
Contra o Covid, a máscara,
Álcool nas mãos, encara,
Negar o vírus da na cara,
O cemitério desmascara.
Até parece engraçado,
Milhões serem arremessados,
Por um vírus desgraçado,
Que mata disfarçado.
Sinaliza-se uma gripe,
Achegando-se como estirpe,
Acomoda-se como príncipe,
E nocauteia o munícipe.
Manter cuidado, a orientação,
Máscara a ostentação,
Correr da aglomeração,
Evita mortes e prostração.
Ninguém quer contar mortes,
Nem aqueles que se dizem fortes.
A máscara, a todos da suporte,
Garantindo segurança e aporte.
Que o Covid dezenove,
Não mais se renove,
A vacina o remove,
E a ciência o desaprove.
Elias C. Brandão - 16/01/2022